Minha produção, em prosa e verso

Comecei a escrever poesias por volta dos 14 anos de idade, influenciado pela minha primeira namorada, que, entre outras qualidades, era poetisa. Então passei a juntar palavras em frases alinhadas pela esquerda e chamar de poesia. Mas, mesmo hoje, já tendo escrito muitas poesias e jogado a maior parte do que escrevi fora, não me intitulo poeta.

À medida que crescia e amadurecia, mas, sobretudo, com o advento das redes sociais, comecei a escrever também artigos. Falando um pouco sobre qualquer coisa e muito sobre nada, ia divulgando meus artigos através de emails e em perfis, grupos e páginas do Facebook. Cheguei a iniciar alguns projetos, me exigindo intenção e periodicidade, mas devido a uma rotina de trabalho puxada, nunca consegui concluir nenhum.

Em determinado momento, comecei a me experimentar na ficção, escrevendo contos. Tenho muitos contos curtos, escritos, em sua maioria, caminho de clientes ou em intervalos entre um trabalho e outro. Sempre andava nas ruas com um caderninho nas mãos e quando tinha uma ideia começava a escrever. Às vezes de pé no ônibus ou no Metrô, às vezes sentado em um café, às vezes andando, sem prestar atenção aos passos que dava. Quando disponha de um pouco mais tempo, prolongava as histórias um pouquinho.

Tenho projetos de romances iniciados, mas ainda é difícil para mim desenvolver textos longos. Eu tenho dislexia, diagnosticada na infância, e só comecei a escrever redações no pré-vestibular. Tenho dificuldade de ler textos longos, sobretudo quando envolvem enredos complexos e muitos personagens. Raramente chego ao fim da leitura de um livro. Escrever, para mim, portanto, é uma vitória. Algo que se iniciou na faculdade, com notas zero no início de meu curso de Comunicação Social, que evoluíram para 10 no final. E daí em diante, nunca deixei de escrever.

A maior parte dos meus escritos, no entanto, é formada por textos autobiográficos. Sempre empreguei a escrita como instrumento para a busca e promoção de autoconhecimento. Cheguei a acumular 18 cadernos, que usava como diários, e centenas de arquivos em computador, abordando diversas fases e aspectos da minha vida. Mas, por respeito a mim e às pessoas que compartilharam suas vidas comigo, a maior parte dos meus textos biográficos foram parar no lixo ou são mantidos fora do alcance de curiosos.

Não sei dizer porque gosto tanto de escrever. Nunca conquistei nada com meus escritos, na verdade, eles me renderam mais dor de cabeça do que elogios. Nem fui incentivado por ninguém. Mesmo em grupos de divulgação, que participei, os elogios pareciam sempre condicionados a devolver o elogio, a despeito de gostar ou não do que o “amiguinho” escrevia. Mas eu gosto de escrever! Eu escrevo!! Escrevendo, sinto dar vazão ao que há de melhor e mais criativo de mim!!!

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